quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Grande Gonçalo Amaral

Gonçalo Amaral, o incansável e destemido inspetor que não  desiste  de provar a verdade:
 que Madeleine  Maccain,  está  morta. 

   Nesta  foto ele apresenta o seu livro que é resultado de uma  apurada investigação policial.
  O  Casal  Maccain,  tendo  perdido a filha  acidentalmente,  deram  sumiço  ao corpo  ao  ponto  de  declara-la  desaparecida,  levando o Mundo inteiro a  comover-se  e  enviarem  fundos  que foram  parar  ao  bolso  do casal.
Porque   acham   que   o   casal   recusou   os   serviços   da   Baby-siter,  
enquanto   foram   jantar   no   3   de   Maio?
Porque   sabiam   que   a   menina   estava   morta   e   tinha   que
ficar   escondida,   como   é   óbvio.



Aqui  estão  os  dois  canalhas,  que   foram  até  ao  Papa,  tiveram  o  descaramento  de  fingirem  angústia
pelo  « desaparecimento»  da  filha.

Só   os   amigos   deles   é   que   sabem   a   verdade   e   por   isso,
vinham    ver   as   crianças,   até   que   chegou   a   hora   de  um   deles
em    cúmplicidade   com   os   pais,   levar    o    corpo    da   menina    no   carro,
que    tempos    depois   foi    identificado   pelos   cães
como   tendo    odor   de   cadáver   como   se   vê    no    vídeo.

A   hipócrita   da   mãe,   resolveu   que   seria    ela   a   dar   o   alarme
pelo   « desaparecimento»   da   filha.


Ela    mais   tarde,   caiu   em    contradição   no    seu   depoimento   na
polícia,   tendo   sido   considerados   arguidos    ela   e
o   marido,    algo   que   eles    conseguiram   que   fosse   anulado
por terem   pessoas influentes   do   seu   lado.





  Estes, quando viram que era  só uma questão de tempo até o inspetor Gonçalo Amaral descobrir a verdade, fugiram  para  a  Inglaterra e provocaram a sua  demissão.  Um  dia eles  vão  pagar por tudo,  sendo  a prisão  perpétua  o  correto para esse casal  infame.  Quando  um  dos  empregados  do  restaurante  abrir a boca para contar oque  ouviu  naquele 3 de Maio,  então a verdade será descoberta.



Este vídeo mostra que Madeleine foi retirada já morta do apartamento porque os cães não mentem! Viva Gonçalo Amaral, o amante da Verdade e da Justiça! Comentários contra ele não serão aprovados porque baseiam-se na cegueira de quem desconhece os fatos.



Vejam neste vídeo também Gonçalo Amaral na sua lógica e coerente explicação dos fatos.
Esse   casal   hipócrita   já   não   convence   ninguém   á   não   ser   os   ingénuos.

Abaixo  o  Ocean  Club  onde  Maddie  morreu  dia  3  de  Maio  de  2007:








Este  foi  lançado  por  Gonçalo  Amaral  em  2010,  em  protesto  contra  as  Autoridades
 Portuguesas  que  o  privaram  de  um  Direito  garantido  pela  Constituição:

O  Direito  á  Liberdade  de  Expressão.


Textos  de  Gonçalo  Amaral:

 Caros amigos,

O meu nome é Gonçalo Amaral. Fui coordenador de Investigação Criminal e sou o autor do livro “Maddie, A Verdade da Mentira”, escrito com o intuito de contribuir para a descoberta da verdade material e a realização da justiça, e na perspectiva de repor o meu bom nome aviltado na praça pública.

Este livro foi escrito no uso da plenitude dos meus direitos, tratando-se de uma opinião técnica e fundamentada em factos, indícios e acontecimentos constantes no processo de suporte à investigação do misterioso desaparecimento de Madeleine McCann.

Em Setembro do corrente ano foi interposta uma providência cautelar, sem audiência prévia do interessado, fundamentada em mentiras e interpretações abusivas das intenções que estiveram por detrás da criação daquela obra.

De forma a dificultar a defesa dos meus direitos foi igualmente interposto um pedido de indemnização no valor de 1.200.000 Euros, seguido do arresto de direitos e bens.

A estratégia daqueles que nos continuam a enxovalhar foi simples: cala-se o homem e fica o caminho aberto para influenciar atitudes e comportamentos, através da manipulação da opinião pública, a seu belo prazer. Está em curso uma campanha de descredibilização e de desinformação, ao mesmo tempo que nos tentam asfixiar financeiramente, de forma a ganharem na secretaria.

Não nos conformamos com a limitação dos nossos direitos fundamentais por decisões judiciais inconstitucionais que põem em causa o exercício da liberdade de expressão responsável.

Agradeço a todos aqueles que ao longo dos últimos anos me têm apoiado e que nos últimos dias assinaram as petições públicas, bem como aos que através de um esforço financeiro para o fundo de apoio recém criado e através de uma demonstração de solidariedade reforçaram a minha crença na defesa de valores que devem enformar as sociedades modernas e democráticas, a liberdade de expressão, a descoberta da verdade e a realização da justiça.

Da minha parte comprometo-me a dar corpo aos anseios de todos vós e a não desistir, apesar de estar em causa a sobrevivência da minha própria família; mas a defesa daqueles valores e princípios é essencial.

A todos, um sentido obrigado.


Portimão, 2009-12-03

Gonçalo Amaral


«[...] Este livro tem ainda um propósito maior. O de contribuir para a descoberta da verdade material e a realização da justiça, na investigação conhecida como “Caso Maddie”. Estes são valores fundamentais aos quais me obriguei por imperativo de consciência, por convicção e por disciplina à instituição a que tive o orgulho de pertencer. Estes mesmos valores não se extinguiram com a minha aposentação e continuarão a estar sempre presentes na minha vida. Em nenhuma circunstância o livro põe em causa o trabalho dos meus colegas da Polícia Judiciária, nem compromete a investigação em curso. É meu entendimento profundo que a revelação, numa obra deste tipo, de todos os factos, poderia comprometer diligências futuras determinantes para a descoberta da verdade. Todavia, o leitor encontrará dados que desconhece, interpretações dos factos – sempre à luz do direito – e, naturalmente, interrogações pertinentes. Uma investigação criminal apenas se compromete com a busca da verdade material. Não se deve preocupar com o politicamente correcto.»

Gonçalo Amaral

Petição  a  favor  de  Gonçalo  Amaral: