que Madeleine Maccain, está morta.
Nesta foto ele apresenta o seu livro que é resultado de uma apurada investigação policial.
O Casal Maccain, tendo perdido a filha acidentalmente, deram sumiço ao corpo ao ponto de declara-la desaparecida, levando o Mundo inteiro a comover-se e enviarem fundos que foram parar ao bolso do casal.
Porque acham que o casal recusou os serviços da Baby-siter,
enquanto foram jantar no 3 de Maio?
Porque sabiam que a menina estava morta e tinha que
ficar escondida, como é óbvio.
Aqui estão os dois canalhas, que foram até ao Papa, tiveram o descaramento de fingirem angústia
pelo « desaparecimento» da filha.
Só os amigos deles é que sabem a verdade e por isso,
vinham ver as crianças, até que chegou a hora de um deles
em cúmplicidade com os pais, levar o corpo da menina no carro,
que tempos depois foi identificado pelos cães
como tendo odor de cadáver como se vê no vídeo.
A hipócrita da mãe, resolveu que seria ela a dar o alarme
pelo « desaparecimento» da filha.
Ela mais tarde, caiu em contradição no seu depoimento na
polícia, tendo sido considerados arguidos ela e
o marido, algo que eles conseguiram que fosse anulado
por terem pessoas influentes do seu lado.
Estes, quando viram que era só uma questão de tempo até o inspetor Gonçalo Amaral descobrir a verdade, fugiram para a Inglaterra e provocaram a sua demissão. Um dia eles vão pagar por tudo, sendo a prisão perpétua o correto para esse casal infame. Quando um dos empregados do restaurante abrir a boca para contar oque ouviu naquele 3 de Maio, então a verdade será descoberta.
Este vídeo mostra que Madeleine foi retirada já morta do apartamento porque os cães não mentem! Viva Gonçalo Amaral, o amante da Verdade e da Justiça! Comentários contra ele não serão aprovados porque baseiam-se na cegueira de quem desconhece os fatos.
Vejam neste vídeo também Gonçalo Amaral na sua lógica e coerente explicação dos fatos.
Esse casal hipócrita já não convence ninguém á não ser os ingénuos.
Abaixo o Ocean Club onde Maddie morreu dia 3 de Maio de 2007:
Este foi lançado por Gonçalo Amaral em 2010, em protesto contra as Autoridades
Portuguesas que o privaram de um Direito garantido pela Constituição:
O Direito á Liberdade de Expressão.
Textos de Gonçalo Amaral:
Caros amigos,
O meu nome é Gonçalo Amaral. Fui coordenador de Investigação Criminal e sou o autor do livro “Maddie, A Verdade da Mentira”, escrito com o intuito de contribuir para a descoberta da verdade material e a realização da justiça, e na perspectiva de repor o meu bom nome aviltado na praça pública.
Este livro foi escrito no uso da plenitude dos meus direitos, tratando-se de uma opinião técnica e fundamentada em factos, indícios e acontecimentos constantes no processo de suporte à investigação do misterioso desaparecimento de Madeleine McCann.
Em Setembro do corrente ano foi interposta uma providência cautelar, sem audiência prévia do interessado, fundamentada em mentiras e interpretações abusivas das intenções que estiveram por detrás da criação daquela obra.
De forma a dificultar a defesa dos meus direitos foi igualmente interposto um pedido de indemnização no valor de 1.200.000 Euros, seguido do arresto de direitos e bens.
A estratégia daqueles que nos continuam a enxovalhar foi simples: cala-se o homem e fica o caminho aberto para influenciar atitudes e comportamentos, através da manipulação da opinião pública, a seu belo prazer. Está em curso uma campanha de descredibilização e de desinformação, ao mesmo tempo que nos tentam asfixiar financeiramente, de forma a ganharem na secretaria.
Não nos conformamos com a limitação dos nossos direitos fundamentais por decisões judiciais inconstitucionais que põem em causa o exercício da liberdade de expressão responsável.
Agradeço a todos aqueles que ao longo dos últimos anos me têm apoiado e que nos últimos dias assinaram as petições públicas, bem como aos que através de um esforço financeiro para o fundo de apoio recém criado e através de uma demonstração de solidariedade reforçaram a minha crença na defesa de valores que devem enformar as sociedades modernas e democráticas, a liberdade de expressão, a descoberta da verdade e a realização da justiça.
Da minha parte comprometo-me a dar corpo aos anseios de todos vós e a não desistir, apesar de estar em causa a sobrevivência da minha própria família; mas a defesa daqueles valores e princípios é essencial.
A todos, um sentido obrigado.



